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Poema: MARIGHELLA VIVO EM NOSSOS CORAÇÕES!

MARIGHELLA VIVO EM NOSSOS CORAÇÕES!* Marighella! És para mim exemplo de homem, de cidadão e de guerra, Já refutando Juracy Magalhães em teu poema nos tempos da Escola Técnica, Sendo preso e rechaçado, fazendo poesia, livros e conscientizando-nos por léguas. Marighella nasceste estrela, nasceste em terra de festa, Nasceste na Bahia, filho de um italiano imigrante e de uma filha de escrava. Teu sangue nasceu da mistura negra e do sangue quente e revolucionário de Emília, Ítalo-brasileiro nato e brasileiro das injustiças. Muitos te chamaram de terrorista, de assaltante, Mas tudo era legítimo naqueles anos de chumbo, De escuridão, de ideias monossilábicas, de turvo. Baiano, ganhaste o mundo e o Brasil contra aquele submundo, Que muitos livros de história insistem em não contar, Em faltar com a verdade, em não expô-la para quem desejar. Marighella, tua estrela é sempre eterna, Tua semente, no plantio de várias primaveras, Tuas ideias como colheita nos outonos, dos que ...

Poemas em exposição no Recanto das Letras

Pessoal, Da mesma forma que no Portal Literal, meus poemas também estão no site Recanto das Letras, no endereço: http://recantodasletras.uol.com.br/publicacoes.php?categoria=7N Os poemas são os mesmos publicados até agora no Portal Literal: Ode a Verdade Social à Inverdade Capital e Indignação 1º e 2º Atos. Abraços,

Mais Dois Poemas no Blog!

Meus Caros, Não contive minha ansiedade e postei mais dois poemas feitos por mim no começo deste ano. Aos poucos, estarei postando meus poemas na condição que este portal ganhe em massividade e abrangência dos leitores..afinal, tudo na vida tem seu tempo e sua linha natural...Postar todos os poemas, seria o mesmo que acabar com a surpresa, a emoção e a graça da espera e as expectativas, questionamentos e fantasias do leitor...É como acabar com o segredo do filme nos primeiros 10 minutos..e não termos nada mais a esperar, a não ser o tédio da mesmice e da normalidade deste mesmo filme, tão inerente aos dias de hoje. Por isso, como não sou "estraga prazeres", estarei postando gradualmente os meus poemas e colocando-os sob vossa análise e interpretação, onde também não me furtarei a desvelá-los, não o todo, claro, mas uma parte e introdução, como no começo de um bom filme. Espero que gostem e reflitam sobre os Poemas Pelourinho, épico que fala do meu amor, crítica e aspiraçõ...

Poema: COMPASSO DA SOBREVIVÊNCIA

COMPASSO DA SOBREVIVÊNCIA* Quem sobrevive, perece, não vive. Quem sobrevive, não pede, não pensa, não assiste. Quem sobrevive, não mede, não mensura, não decide, Não remete, não se faz por vontade própria, não quer E não se faz por vitrine. Quem sobrevive não escuta, não estuda, se omite. Quem sobrevive não se preocupa, só atende, é triste, Não tem desejo, vive no breu que só lhe permite. Vive atrás, sendo braço, sem ser mente, não se dirige. Quem sobrevive não tem paz, só corre, não explode, Só torce, pro seu time. Quem sobrevive não se governa, só espera, Só destina-se, não insiste, Não tem tempo, não tem alento, Só vê o seu sustento, seu maior crime. Quem sobrevive, só anseia, só caminha, Não tem conflito, não tem crise e não existe. Quem sobrevive tem subemprego, em desespero, Para o bel-prazer dos três poderes, do quarto e da elite. Quem sobrevive vive em parte, sem o todo, Sem bolo, sendo o bobo da corte, com o corte do que mais gosta, Do que não tem, d...

Poema: PELOURINHO

PELOURINHO* Pelô, és minha vida! Não é meu capricho, é meu desígnio, Meu caminho e minha solidão, Pois quando contares o que já te ocorreu, Sentirei orgulho do seu Orfeu, Quando todas as igrejas e pedras saírem do tempo, Todos saberão o quanto passou de sofrimento No Pelô dos escravos e senhores de engenho, Da casa-grande que ficava ao lado, E trazia este porão, este remendo. E hoje sinto cada vez mais orgulho, Do teu acarajé, do teu vatapá e da tua cocada, Do teu malê, do teu afoxé e das ruas enladeiradas. Que sorte teve Gregório de Mattos, que tanto virou em lua deflagrada, Passeou por teus largos e tuas praças. Gosto do teu riso, bebo teu cravinho, sonho com tua mágica. Sou nativo do teu sangue, da tua história, Da tua vitória, meu peito em brasa, Todos testemunham o que antes lhes era abuso. Hoje tuas ruas são cornetas e marchas. O que antes era tapete vermelho, Hoje, por elas, turistas passam. Pena que se revitalizou em parte, Sua parte mais pobre co...

Boa Receptividade! Poemas em exposição no site www.portalliteral.com.br

Meus caros, O tempo de recesso no Blog foi extenso, devido ao atropelo do dia-a-dia, mas em tempo, venho atualizá-los sobre os Poemas já postados aqui neste Blog, e também em exposição no site http://portalliteral.com.br. Todos os meus poemas conseguiram no mínimo 20 votos, o que permite que os mesmos fiquem expostos no Banco do Portal, podendo desta forma ficar definitivamente no Site. Fiquei muito feliz, pela boa receptividade dos meus poemas no portal, inclusive com comentários de autores e amantes da literatura de outros Estados do País, como DF e PR e até outro país, como o Uruguai. Fico imensamente grato, pois tenho a contrapartida dos leitores, que entenderam e tiveram empatia com a obra. Indignação 1º e 2º Atos, conseguiram ambos 29 votos e o poema Ode a Verdade Social à Inverdade Capital conseguiu 27 votos!! Querendo conferir, podem acessar os links abaixo: http://portalliteral.com.br/banco/texto/indignacao-2-ato http://portalliteral.com.br/banco/texto/indignacao-1-ato ...

Pausa para Reflexão: Poemas Indignação (1º Ato e 2º Ato)

Continuando a nossa análise, falemos agora sobre os Poemas Indignação (1º Ato e 2º Ato). O primeiro mostra e chama a população à consciência e ao dever de se indignar, indo a luta, participando mais da vida política e interagindo fortemente nas desigualdades e nos problemas acometidos por governantes e políticos, como modo de cobrar e melhorar nossa realidade social. O Segundo mostra e chama atenção à consciência e ao dever dos governantes e políticos, que o povo está atento e estará cada vez mais atento e atuante contra as atrocidades e anomalias cometidas contra o povo e contra o atendimento pleno de suas necessidades básicas, como educação e saúde, necessários e intransferíveis para a plena dignidade do povo e da sociedade. Vamos cidadão, avante cidadão, que pratiquemos sempre a Indignação!! Este é o nosso papel. Esta é a variável que determina uma saudável e plena democracia. Abraços a até mais!