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Poema (repostagem): MERCADO DA ALIENAÇÃO

Precisamos de mais tempo, Para trabalhar o que nos está por dentro, Trabalhar menos em linha de produção, Trabalhar só o suficiente, Sem explorar a alienação. Ou o que é pior, Sem alienar à exploração. Precisamos de tanta coisa, Mas ao mesmo tempo, básica, Para o nosso bem-estar, Nossa dignidade e nossa concha. Precisamos trabalhar com suficiência, E não nós, sermos a insuficiência, Para a nossa sobrevivência de comer, Dormir, beber e morar com mínimo de decência! Precisamos sair do exagero e culto ao consumo, A essa sociedade da produção pela produção. Da exploração pela exploração, Do resultado pelo resultado, E o homem, que já é um coitado, Cotado na bolsa, Como antigamente e explícito, no mercado de escravos, E explorado, pelo outro homem, Como era também, com o capataz e o capitão do mato, E, hoje, ao explorado, achacado, pela falta de educação, Que se reduz a farelo de pão em detritos do lixão E que reluz ouro para poucos, fartos, empanzinados E insac...

Poema (repostagem): Papo Cabeça

Fala contigo mesmo, Diariamente, O que sente, O que pensa, E o que se mente! Fala, pensa e age, À sua revelia, Do que acha certo, E dos seus desejos! E não do que se ressente! Sente, sem rancor, Com mais amor, Que se não aflorou, Já piscou, Neste instante, Em que lê um poema.. Talvez esse sirva, Para repensar o que sente, E não o que se ressente! Desta vida que teme! E dos escuros mais siderais, Aos quais, se mente! 06/02/2011 Copyright © 2011 Diego Fonseca Dantas

Poema (Repostagem): AÇÃO, CORAÇÃO E MENTE

Se piscar tanto com os olhos, Perderá a passagem da vida, Se bocejar com todas as bocas, Será passageiro, o seu olhar. A vida é ação, E não ficção. É sucção E não mação! É falcão E não faisão, É coordenação, E não inação, É oração, E não falastrão, É argumentação, E não ilação, É ação, Na mente, E no coração E não, Coração, E mente Na ação. 06/02/2011 Copyright © 2011 Diego Fonseca Dantas

Poema (Repostagem): QUALIDADE E DEFEITO

A qualidade do defeito, É ensinar a qualidade, Do perfeito, De ensinar ao imperfeito. Do leigo, A ensinar ao sabe-tudo. E a do medo, A de ensinar o limite de tudo. A do inseguro, De dar humildade ao seguro. Do ser humano, Que tem jeito, este mundo! Do utópico, De que o sonho, É o alimento da alma, Ao prático que racionaliza tudo. Do poeta, É saber que ele mostra Os defeitos, do escuro. O defeito da qualidade é Essa achar, que por si só, Sem aplacar o conjunto próximo, Que, ela, inunda o mundo! 07/02/2011 Copyright © 2011 Diego Fonseca Dantas

Poema (repostagem): Sob o céu

O Céu, Véu, Do seu olho, Do seu gosto, Do seu sabor, E dissabor, De viver, Sem ter Que ter, E sem ser, O "ter”. O céu, É fel, De gel, Do mel, Pois é bonito, Lindo azul, Escuro à noite, E noite azul! Sob o céu, Espero, Que um dia, No amanhã. Valhamos, O que vale O ser E não se você tem ou não tem.. O ter. 06/02/2011 Copyright © 2011 Diego Fonseca Dantas

Poema (Repostagem): BRINCA CRIANÇA!

Criança! Será sua própria fonte, Fonte dos sonhos, de um mundo melhor, De uma fonte, de si, para os que estão ao seu redor. Criança, que belo! Ter a inocência de aprender. Que bela! Inteligência de escola, e do que vê. Viverá, por você e com todos Uma brincadeira de um mundo melhor, Pois você acredita em um brinquedo de mundo, E os que contigo brincarão, Ganharão um tabuleiro de globo “maior”. Você é criança, e tem a pureza de ser criança, Todos os dias da sua vida, Pois a vida adulta é boa E só não será à toa, Se usar de sua alma livre de criança. Em tudo que fizer, Aos lugares em que a levar, Sua curiosidade e sua bola de jogar! Você é criança, e nasceu para brincar, Brincar de perceber, Numa aquarela, às suas tintas, Verde, vermelha e amarela, Giz na rua com seus colegas, E com sua família... Papai, mamãe, sua avó e tia.. Oi Criança! Traga essa ânsia e energia de infância! Essa virtude, sem que mude Este seu jeito criança de brincar, Num brinquedo ...

Recesso

Prezados, O poeta que vos fala, por motivos acadêmicos e profissionais, estará se ausentando do blog. Uma oportunidade para uma pausa desta hercúlea construção ao vivo da poesia, perpassada por uma “luta corporal” para compor a estética e os ajustes ininterruptos contra os erros, mas estarei postando os principais e marcantes poemas feitos e publicados desde o decorrer deste ano. Não obstante à pausa, estarei compondo poesia – como sempre e em silêncio – para regozijar novas obras e composições, para trazê-las à tona no momento oportuno deste blog. Até mais, e acompanhem a poesia ser postada eventualmente neste período de “recreio”, entre às quais, postadas desde o início deste ano. Abraços,